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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Bloddy Mary

Segundo a lenda, o espírito de uma mulher cadavérica surge refletido no espelho e mata de forma sangrenta e violenta. Ela também é conhecida como a Bruxa do Espelho ou A Loira do Banheiro na versão brasileira.

Filmes: Na produção de 1992 chamada Candyman, 
um espírito vingativo surge após seu nome ser chamado
 5 vezes diante de um espelho. Já no filme Lenda Urbana, 
dois jovens brincam diante de um espelho e 
chamam pela Bloody Mary, mas ela não aparece.


Em 1978, o especialista em folclores, Janet Langlois, publicou nos Estados Unidos uma lenda que até hoje aterroriza os jovens do mundo inteiro, principalmente da América. Trata-se de Bloody Mary, conhecida também como A Bruxa do Espelho, um espírito vingativo que surge quando uma jovem, envolta em seu cobertor, sussurra, à meia-noite, iluminado por velas. diante do espelho da casa de banho banho, 3 vezes as palavras Bloody Mary. 

Segundo a lenda, o espírito de uma mulher cadavérica surge refletido no espelho e mata de forma sangrenta e violenta as pessoas que estão na casa de banho. Há quem diga que Mary foi executada há cem anos atrás por praticar as artes negras, mas há também uma história mais recente envolvendo uma bela e extremamente vaidosa adolescente que, devido a um terrível acidente de automóvel, ficou com a face completamente desfigurada. Sofrendo muito preconceito, principalmente de seus amigos e familiares, ela decidiu vender a alma ao diabo pela chance de se vingar dos jovens que cultivam a aparência. 

Muitos confundem a lenda da bruxa do espelho com a história da Rainha Maria Tudor (Greenwich 1516 - Londres 1558), filha de Henrique VIII e de Catarina de Aragão. Tendo se tornado rainha em 1553, esforçou-se para restabelecer o catolicismo na Inglaterra. Suas perseguições contra os protestantes valeram-lhe o cognome "Maria, a Sanguinária" (Bloody Mary). 

Em 1554, desposou Filipe II da Espanha. Essa união, que indignou a opinião pública inglesa, ocasionou uma guerra desastrosa com a França, que levou à perda de Calais (1558). Dizem que a Rainha, para manter a beleza, tomava banho com sangue de jovens garotas, mas é um fato não confirmado em sua biografia. No princípio da década de 70, muitos jovens tentaram realizar o ritual pois era comum nas casas suburbanas a presença de longos espelhos nas casas de banho banho sem janelas (pouca iluminação). Há um caso famoso de uma jovem nova-iorquina que dizia não acreditar na lenda, mas após realizar a "mórbida brincadeira", levou um empurrão (é o que os familiares dizem), quebrou o lavatório e foi encontrada em estado de coma. 

A jovem ainda vive nos EUA, mas sua identidade é um sigilo absoluto. Por que ainda hoje as crianças racionais continuam a chamar pela Bloody Mary, arriscando a vida diante de uma possível tragédia? O escritor Gail de Vos traz-nos uma explicação: "As crianças com idade entre 9 e 12 anos vivem numa fase que os psicólogos chamam de síndrome de Robinson. Este é o período em que as crianças precisam satisfazer seus desejos por aventura, arriscando-se em rituais, jogos e em brincadeiras no escuro. Eles estão constantemente procurando um modo seguro de extrair prazer e desafiar seus medos. 

É possível que essas crenças em bruxas do espelho tenham a sua origem nos velhos tempos, através das simpatias envolvendo jovens solteiras e futuros maridos. Há muitas variações desses rituais em que as jovens solteiras cantavam rimas diante dos espelhos e olhavam de súbito pois seria possível ver o reflexo do homem com quem vão casar. Já o conceito de espelhos como o portal entre o mundo da realidade e o sobrenatural também veio de épocas remotas. Antigamente, era comum cobrir os espelhos de uma casa em que uma morte tenha acontecido até o corpo ser levado para o enterro. Dizem que se por relance o corpo passar diante de algum espelho, o morto permaneceria na casa, pois o espelho apoderar-se-ia do seu espírito. 

Vocês sabiam que a versão brasileira da Bloody Mary e a Loira do banheiro, aquela velha história onde segundo a lenda, se você disser “Loira do Banheiro” ou proferir palavrões três vezes o fantasma de uma bela mulher com longos cabelos loiros, apenas te dá um bom susto. Outra varíável é que a Loira do Banheiro morreu afogada no vaso sanitário durante um trote, e sempre que alguém dá a descarga três vezes, chuta o vaso três vezes ou ainda chuta o vaso e fala três palavrões, ela aparece. Outra versão seria a de que a Loira do Banheiro seria uma professora que foi assassinada dentro do banheiro pelo seu marido, que descobriu um romance secreto entre ela e um aluno.
Interessante né? Mas e aí, querem arriscar sobre essa lenda? Que tal um teste hoje a noite? hahaha
Beijos da Garota do Blogger!

P.S. Pesquisa e relatos tirado da internet e outros postado por mim, de acordo com o que conheço da história.

sábado, 20 de outubro de 2012

A Bruxa de Blair

Alguns não sabem, mas por trás do filme a Bruxa de Blair existe toda uma lenda ou será que só foi criação dos produtores do filme, como marketing ? Tirem vocês suas próprias conclusões, eu tenho a minha e acredito nela !

Fotografia retirada em um dos Filme da A Bruxa de Blair


Fevereiro de 1785

Várias crianças acusam Elly Kedward de atraí-las para sua casa para retirar sangue delas. Kedward é culpada por feitiçaria, banida da vila durante um inverno muito rigoroso e tida como morta.

Novembro de 1786

Durante o solstício de inverno, todos aqueles que acusaram Kedward e metade das crianças da cidade desaparecem. Temendo uma praga, os habitantes fogem de Blair e juram nunca mais pronunciarem o nome de Elly Kedward.

Novembro de 1809

"O Culto da Bruxa de Blair" é publicado. Esse livro raro, considerado ficção, conta a história de uma cidade inteira amaldiçoada por uma bruxa proscrita.

1824

É fundada a cidade de Burkittsville, onde foi outrora Blair.

Agosto de 1825

Onze testemunhas afirmam ter visto a mão de uma mulher pálida empurrar Eileen Treacle, de dez anos, para a Enseada de Tappy Creek. Seu corpo nunca foi encontrado e, durante 13 dias após o afogamento, a enseada fica obstruída com feixes de galhos oleosos.

Março de 1886

Robin Weaver, de oito anos, é dado como desaparecido e logo surgem grupos de buscas. Weaver retorna, mas um dos grupos some. Os corpos são encontrados semanas depois no Rochedo Coffin, amarrados pelos braços e pernas e totalmente desentranhados.

Novembro de 1940 - Maio de 1941

Começando por Emily Hollands, sete crianças são raptadas da área que cerca Burkittsville, Maryland.

25 de maio de 1941

Um velho eremita chamado Rustin Parr anda por um mercado local e conta às pessoas que ele está "finalmente acabado". Depois que a polícia faz a busca durante quatro horas até chegar em sua casa isolada na floresta, eles encontram os corpos das sete crianças perdidas. Cada uma delas havia sido assassinada em ritual e desentranhada. Parr admite tudo em detalhes, contando às autoridades que ele fez isso para "um fantasma de uma velha" que ocupou a floresta perto de sua casa. Ele é rapidamente condenado e enforcado.

20 de outubro de 1994

Alunos da Faculdade Montgomery, Heather Donahue, Joshua Leonard e Michael Williams chegam em Burkittsville para entrevistar seus habitantes sobre a lenda da Bruxa de Blair para um projeto de aula. Heather entrevista Mary Brown, uma mulher velha e praticamente insana que morou nessa área durante toda a sua vida. Mary afirma ter visto a Bruxa de Blair um dia perto da Enseada Creek na forma de uma fera peluda, meio-humana e meio-animal.

21 de outubro de 1994

De manhã cedo, Heather entrevista dois pescadores que contam ao grupo de filmagem que o Rochedo Coffin fica a menos de 20 minutos da cidade e que é facilmente acessível por uma antiga trilha. Os jovens decidem entrar na Floresta Black Hills e nunca mais são vistos.

25 de outubro de 1994

O primeiro APB é emitido. O carro de Josh é encontrado no final do dia estacionado na estrada Black Rock.

26 de outubro de 1994

A Polícia Estadual de Maryland faz uma busca na área de Black Hills, uma operação que dura dez dias e envolve 100 homens auxiliados por cães, helicópteros e a ajuda de um satélite do Departamento de Defesa.

3 de novembro de 1994

A busca é interrompida após 33.000 homem-horas falharem em encontrar uma pista do grupo ou de seus equipamentos. A mãe de Heather, Angie Donahue, começa uma exaustiva busca pessoal para encontrar sua filha e seus dois colegas.

19 de junho de 1995

O caso é declarado "sem solução".

16 de outubro de 1995

Alunos do departamento de antropologia da Universidade de Maryland descobrem uma bolsa contendo filmes, fitas de vídeo, uma câmera de vídeo Hi-8, videocassetes, o diário de Heather e uma câmera CP-16 enterrados sob a fundação de uma cabana de 100 anos. Quando a evidência é analizada, o Xerife de Burkittsville, Ron Cravens, anuncia que os 11 rolos de filme em preto e branco e os dez vídeos Hi-8 encontrados são de propriedade de Heather Donahue e sua equipe.

15 de dezembro de 1995

Após um estudo inicial do conteúdo da bolsa, partes selecionadas do filme são mostradas às famílias. De acordo com Angie Donahue, há muitos eventos incomuns, mas nada conclusivo. As famílias questionam a análise e pedem para ver o material outra vez.

19 de fevereiro de 1996

As famílias vêem um segundo grupo de imagens que os policiais locais consideram falsas. Revoltada, a Sra. Donahue faz sua crítica em público e o xerife Cravens restringe todo acesso às evidências.

1º de março de 1996

O departamento do xerife anuncia que a evidência não é conclusiva e novamente o caso é declarado inativo e não solucionado. O filme será apresentado às famílias quando o prazo legal de classificação expirar, em 16 de outubro de 1997.

16 de outubro de 1997

O filme encontrado dos últimos dias de seus filhos é devolvido às famílias de Heather Donahue, Joshua Leonard e Michael Williams. Angie Donahue contrata a Haxan Films para analisar o filme e montar os eventos de 20 a 28 de outubro de 1994.



Em 21 de novembro de 1994, Heather Donahue, Joshua Leonard e Michael Willians foram para a floresta Black Hills do estado de Maryland, nos Estados Unidos, para rodarem um documentário sobre a lenda local: "A bruxa de Blair". Nunca mais se ouviu falar deles.
Um ano depois, a gravação que eles fizeram é encontrada e seu legado tem o título de "A Bruxa de Blair", que documenta a angustiante jornada dos cinco dias na floresta de Black Hills e todos os eventos aterrorizantes que resultaram no desaparecimento deles.

Filmado em 16mm por Joshua Leonard e com som gravado por Michael Willians, Heather Donahue fez a narração do filme e as gravações por trás das cenas de video High-8, que documentam os crescentes dilemas e realizações desses cineastas durante seus dias de frustações e noites de terror. A comunidade de Blair se localizava no centro-norte de Maryland, a duas horas de Washington, D.C.


IMPORTANTE SABER:
Antes de me criticarem por qualquer coisa saibam que todos os eventos anteriores a 1994 foram contados no filme, e todos os eventos a partir de 1994. Porém isso foi uma Lenda, divulgada inclusive num site pelos próprios produtores na época do filme exatamente pra aumentar o mistério e a curiosidade. Apesar disso, a lenda da bruxa não é falsa, pois desde sua fundação, quando ainda era chamada de Blair, a cidade próxima a floresta teve momentos macabros, com acontecimentos inexplicáveis, mortes e crianças desaparecidas. Talvez a história do filme não seja verdadeira, mas a lenda da bruxa certamente tem seu fundo de verdade!

E ai, quem está afim de ver os filmes de novo? haha
Beijos da Garota do Blogger

P.S. Pesquisa retirada da Internet e Lenda sugerida pela Juliana .
Para mais curiosidades e fatos sobre todos os incidentes ocorridos naquela época visitem Minilua.com

O Albergue

Esse é uma das mais revoltantes da lista, principalmente pelo fato que parte dela é baseada em uma notícia real de crimes grotescos ocorridos na Índia durante a década de 70 a 80.

Foto retirada de um dos Filmes, que foi inspirado
nessa história.

Perto da atual capital Nova Dehli, havia um vilarejo que hospedava ricos e poderosos de diversas partes do mundo. Nos territórios vizinhos ao vilarejo havia um Albergue, que na verdade não era um Albergue: era um centro de diversão mais bizarro e grotesco que talvez já tenha existido. Nesse lugar as crianças das famílias miseráveis da Índia vendiam seus filhos por uma quantia considerável. Os filhos então eram enjaulados e ficavam a espera de um comprador, um rico que já tinha feito de tudo na vida e buscava por algo novo. O milionário comprava a criança/adolescente e se divertia torturando-a até a morte. Uma das mães se arrependeu do feito e noticiou a polícia local. E aí começa a lenda.
Vertentes dizem que isso não era algo singular na Índia e talvez no mundo. Que era um forte esquema protegido por autoridades numa barreira de silêncio onde os delatores acabavam no Albergue. Outra versão da história dizia que foram mais de 1200 vítimas durante esses anos, embora tenha ficado claro que nos laudos da polícia que não se sabe ao certo o número de vítimas, apenas que os crimes ocorrem durante a década de 70 e 80. Também ficou apenas na suspeita a hipótese de ser uma organização responsável por isso e que tinha esse propósito: o que se sabe era que havia tráfico de humanos no local e que em alguns casos, os compradores alugavam o porão do Albergue para realizar suas barbáries, o que não significa que, necessariamente ocorria o homicídio de todos os humanos comprados.

Eu resolvi contar sobre essa história porque é incrível até onde o ser humano pode chegar. Existe ainda a versão que foi parar no cinema, que diz que o Albergue era alugado para os viajantes e esses viravam vítimas dos poderosos cheios da grana. De certa forma, só de pensar que os humanos são capazes disso, já enraivece.
Beijos da Garota do Blogger.

P.S. Pesquisa retirada da Internet.